Abrir um relógio: todas as técnicas explicadas
Fundo de pressão, roscado, coroa puxada ou aro roscado: guia completo com a ferramenta certa.
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Ferramenta para abrir relógios estanques de fundo roscado. Concebida para relojoeiros e a reparação doméstica de relógios mecânicos, automáticos e de quartzo.
Esta chave profissional para fundos roscados é a ferramenta que toda a bancada necessita na primeira vez que um fundo de caixa aparafusado resiste. Maquinada em aço de ferramentas temperado com pega quadriculada, encaixa firme e direita nas ranhuras de um fundo roscado e transmite o binário através de três ou seis pinos reguláveis que se ajustam às ranhuras dos fundos Rolex, Omega, Seiko e da maioria dos mergulhadores modernos.
Esta chave de fundos roscados é construída em torno de um corpo maciço de aço que absorve a força necessária para libertar um fundo de caixa apertado sem que a ferramenta escorregue. Dois ou três braços reguláveis deslizam sobre uma calha de precisão e fixam-se ao fundo através de pinos hexagonais, enquanto um corpo quadriculado fornece ao relojoeiro a alavanca suficiente para vencer a vedação de um Rolex Oyster, Omega Seamaster ou Seiko Diver sem marcar as asas. A ferramenta é entregue pronta para utilização diária em oficina, em caixas entre cerca de 18 e 62 mm de diâmetro.
O conjunto de pinos cobre as quatro geometrias de ranhura mais comuns — redonda, quadrada, hexagonal e rectangular — de modo que o mesmo corpo opera fundos roscados suíços, japoneses, alémães e chineses. A chave é o complemento natural do sortido de vedações deste site: sempre que o fundo é retirado, o relojoeiro deve inspecionar a vedação do fundo e substituí-la se tiver perdido secção, sofrido deformação permanente ou endurecido.
A chave sai da gaveta sempre que é necessário retirar um fundo de caixa roscado para uma troca de pilha, uma revisão de movimento, a substituição de uma vedação ou um diagnóstico de fuga. Numa oficina bem equipada utiliza-se em conjunto com um suporte de caixa para que o corpo do relógio fique imobilizado enquanto se aplica o binário no punho. Bem utilizada não deixa marcas no fundo; usada sem cuidado, os pinos escorregam e arranham o aço, por isso convém praticar numa caixa de treino antes de atacar um Rolex Oyster ou um Omega Seamaster.
A chave é também um instrumento de diagnóstico: um fundo que exija demasiado binário para libertar costuma indicar ao relojoeiro que a vedação do fundo se colou à carrura através de um O-ring endurecido e que vale a pena renovar todo o conjunto de vedações em conjunto com uma camada fresca de massa de silicone Moebius 8217.
Cada lote de tools é controlado dimensionalmente com um projector de perfis e testado por amostragem num durómetro Shore A antes do envio. A mistura borracha NBR (acrilonitrila-butadieno) provém de um fornecedor europeu com plena conformidade RoHS e REACH, e as vedações são armazenadas ao abrigo do ozono e da luz directa para preservar a elasticidade. Para relojoeiros que servem cronógrafos antigos ou cronómetros que operam a quente, encontram-se disponíveis sob encomenda uma variante fluoroelastómero FKM / Viton e uma variante EPDM, ambas compatíveis com massa de silicone Moebius 8217.
Sim — as quatro geometrias de pino cobrem as ranhuras das caixas Rolex Oyster, Datejust e Submariner, bem como Omega Seamaster e Seiko Diver. Em peças de coleção, fixe o relógio num suporte de mordentes macios e use pinos novos.
As especificações de marca situam-se tipicamente entre 2 e 4 Nm para um fundo de mergulhador de 40 mm. Feche primeiro à mão e suba ao binário indicado com a mesma chave; o binário excessivo danifica a vedação do fundo e a rosca.
Mantenha um sortido calibrado de vedações O-ring de 0,30 a 1,00 mm em borracha NBR (acrilonitrila-butadieno) e uma bisnaga de massa de silicone Moebius 8217. Substitua a vedação do fundo sempre que retirar a tampa: é o melhor hábito para preservar a estanqueidade de fábrica.